Contenido principal del artículo

Ana Paula Couceiro Figueira
Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de coimbra - portugal
Portugal
Biografía
Rui Paixão
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra
Daniela Vieira
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra
Vol. Extr., núm. 06 (2017), XIV Congreso Psicopedagogía. Área 6: FORMACIÓN DE PROFESORES Y AGENTES EDUCATIVOS, Páginas 025-029
DOI: https://doi.org/10.17979/reipe.2017.0.06.2163
Recibido: jun 23, 2017 Aceptado: dic 12, 2017 Publicado: dic 17, 2017
Derechos de autoría Cómo citar

Resumen

As Perturbações do Espetro do Autismo (PEA) são perturbações do desenvolvimento que afetam indivíduos em diferentes níveis – comportamental, linguístico e social – e em diferentes magnitudes (APA, 2014).

Tendo em conta o aumento exponencial de diagnósticos (APA, 2013), torna-se fundamental in(formar) e sensibilizar a população em geral e especificamente aqueles que se relacionam direta ou indiretamente com estes indivíduos, como é o caso de pais, professores, auxiliares, educadores sociais, entre outros. Por este motivo, será desenvolvido o Módulo de Psicoeducação para o Autismo.

Descargas

Los datos de descarga no están aún disponibles.

Detalles del artículo

Referencias

Albares-Gallo, L. Hermández-Guzmán, L. Diaz-Pichardo, J. A. Cortes-Hermandez, B. (2008). Dificultades en la evalucion y diagnóstico del autismo. Una discusión. Salud mental. (31), 1.

APA (1994). Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. Four Editions. Washington: APA.

APA (2013). Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. Fifih Editions. Washington: APA.

APPDA-Setúbal, Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo. (2012). Manual de Apoio Pós-Diagnóstico – APPDA Setúbal – Para ir mais longe a pensar no seu filho, em si e em toda a família. Setúbal: APPDA- Setúbal, Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo.

Bosa, C. & Callias, M. (2000). Autism: a brief review of different approaches. Psicol. Reflex. Crit.,(13)1,DOI:10.1590/S0102-79722000000100017

Bianchi, E. (2016). Diagnósticos psiquiátricos infantiles, bimedicalización y DSM: ¿hacia una nueva (a)normalidad? Revista Latinoamericana de Ciencias Sociales, Niñez y Juventud, 14 (1), pp. 417-430.Doi:10.11600/1692715x.14128210715

Braga-Kenyon, P. M. S., Shawn, E. Kenyon, M.A. (2005). Análise Comportamental Aplicada (ABA) – Um modelo para a educação especial. In Jr. Camargos, W.(Coord.)Transtornos Invasivos do Desenvolvimento: 3o Milênio (pp.148 -154). Brasília: CORDE.

Bluma, S. M., Shearer M. S., Frohman A. H., Hilliard, J. M. (1994). Guia Para Pais Para a Educação Precoce. Lisboa: Associação Portage – Portugal.

Caballo, V. (1982). Los componentes de la conducta asertiva. Revista de Psicologia Geral y Aplicada, 37 (3), 473-486

Cagnin, S. (2009). Neuropsicologia Cognitiva e Psicologia Cognitiva: O que o estudo da cognição deficitária pode nos dizer sobre o funcionamento cognitivo normal? Psicologia em Pesquisa, 3(1), 16-30.

Diez-Cuervo, A. Muñoz-yunte. Fuentes-Biggi, J. et al. (2005). Guía de buena práctice para el diagnóstico de los transtornos del espectro autista. Rev. Neurol. 41 (5): 299 – 310. Madrid.

Doria, N. G., Marinho, T. S., & Pereira Filho, U. S. (2006). O autismo no enfoque psicanalítico. Acedido a 10 de abril, de 2010, de http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos.

Estou Autista, Funções Executivas. Acedido a 14 de março de 2017. Disponível em: https://www.google.pt/search?q=teoria+compo rtamental&espv=2&site=webhp&source=lnms &tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjR7Yr9kKz TAhUHtBQKHXkyBRgQ_AUIBigB&biw=12 80&bih=699#tbm=isch&q=fun%C3%A7%C3 %B5es+executivas&imgrc=RAGYeS6uMCnD _M:

Ferreira, M. M. J. M. (2011). A integração dos pais na intervenção de crianças com autismo. Projeto de graduação em licenciatura em Terapêutica da Fala. Universidade Fernando Pessoa. Porto. Disponível em: http://hdl.handle.net/10284/2753

Figueira, A. P. C. & Paixão, R. (2015). Programa de intervenção neuropsicológica REHACOG: a arquitetura e desenvolvimentos da versão portuguesa. Rev. de estudios e investigación en psicologia y educación; Vol. Extr.(1). DOI: 10.17979/reipe.2015.0.01.116

Filipe, C. N. (2015). Crescer e viver diferente. 1ªed.,Verso de Kapa. Lisboa.

Fuentes, J. Bakare, M. Munir, K. Aguayo, P. Gaddour, N. Öner, Ö. Mercadante, M. (2012). Autism spectrum disorders. In Rey JM (ed), IACAPAP e-Textbook of Child and Adolescent Mental Health. (Chap.2, pp 1–27) Geneva: International Association for Child and Adolescent Psychiatry and Allied Professions.

Gonçalves, A., Carvalho, A., Mota, C. P., Lobo, C., Correia, M. do C., Monteiro, P. L., Soares, R. S., & Miguel, T. S. (2008). Unidades de ensino estruturado para alunos com Perturbações do Espectro do Autismo. Normas orientadoras. Lisboa: Direção - Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.

Hamdan, A. C., de Pereira, A. P. A., & de Sá Riechi, T. I. J. (2011). Avaliação e reabilitação neuropsicológica: desenvolvimento histórico e perspectivas atuais. Interação em Psicologia, 15 (47-58). DOI: 10.5380/psi.v15i0.35373.

Kearney, A. B. (2009). Compreender a Análise Aplicada do Comportamento: uma introdução à ACC para pais, professores e outros profissionais. Porto: Porto Editora.

Klin, A. (2006) Autism and Asperger syndrome: an overview. Ver. Bras. Psiquiatr. 28(l): 3-12.

Lima, C. B. (2012). Perturbações do Espectro do Autismo: Manual prático de intervenção. Lisboa: Lidel – edições técnica, Lda.

Maia, L. Correia & C. Leite, R. (2007). Manual Prático de Avaliação & Intervenção Neuropsicológica – Estudos de casos e instrumentos. Éditos Prometaicos. Covilhã.

Marques, C. E. (2000). Perturbações do espectro do autismo: Ensaio de uma intervenção construtivista desenvolvimentista com mães. Coimbra: Quarteto Editora.

NeuroLab – Neurologia de los Trastornos Medicos Severos, REHACOP: Programa integral de rehabilitación cognitiva en Psicosis, disponível em: http://neurolab.deusto.es/rehacop-programa-integral-de-rehabilitacion-cognitiva-en-psicosis/ acedido a: 13-02-2017.

Ojeda, N. Peña J. Bengoetxea E, García A, Sánchez P, Elizagárate E, et al. (2012). REHACOP: programa de rehabilitación cognitiva en psicosis. Rev Neurol, 54, 337-42.

Pereira, M. C. (2005). Autismo: Uma perturbação pervasiva do desenvolvimento; A família e a escola face ao Autismo. ( 2ª ed.). V. N. Gaia: Edições Gailivro.

Pereira, E. G. (1998). Autismo: do conceito à pessoa. (2ª ed.). Lisboa: Secretariado Nacional para a reabilitação e integração das pessoas com deficiência.

Piñeros-Ortiz, S. E., & Toro-Herrera, S. M. (2012). Conceptos generales sobre ABA en niños con transtorno del espectro autista. Revista De La Facultad De Medicina, (1), 60.

Ribeiro, L. C. & Cardoso, A. A. (2014). Abordagem Floortime no tratamento da criança autista: possibilidades de uso pelo terapeuta ocupacional. Brazilian Journal of Occupational therapy. 22(2), 399-408. DOI:10.4322%2Fcto.2014.060

Ringdahl, J. E., Kopelman T., & Falcomata, T. S., (2009) Applied Behavior Analysis and its Applicatication to Autism and Autism Related Disorders. In Matson, J. L. (2009) Applied Behavior Analysis for Children With Autism Spectrum Disorders. USA: Springer, 2009.

Rios, L. & Fraguela, J. A. G. (2007). La psicologia en la intervención social. Madrid: Editorial Síntesis.

Santos, M. C. & Freitas, P. P (2014). Perturbações do Espetro do autismo. In Moteiro, P. (Coord.), Psicologia e Psiquiatria da Infância e Adolescência (pp.137– 157). Lisboa: Lidel.

Schmidt, C. Kubaski, C. Bertazzo, J. B. & Ferreira, L. O. (2015). Intervenção precoce e autismo: um relato sobre o programa Son-Rise. Psicologia em Revista, 2, 413- 429.

Simões, C. L. (2012). O Autismo e o seu impacto na família. (Tese de Mestrado em Psicologia, Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida – Universidade de Lisboa).

Stelzder, F. G. (2010). Uma pequena história de autismo. Vol.1. São Leopoldo: Editora Oikos.

Tolezani, M. (2010). Son-Rise: Uma abordagem Inovadora. Revista autismo–informação gerando ação. 1, 3-11.

Vieira, S. C. P. (2012). O que é o PECS? Revista autismo, 3, 7-10.

rapazes e 3 raparigas com perturbações do espetro do autismo. (2016). Sei Trabalhar – Guião para empregadores de pessoas com perturbações do espetro do autismo. Lisboa: FPDA – Federação Portuguesa de Autismo