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Cláudia Alexandra Andrade
Portugal
Biografía
Natalie Nobrega Santos
Portugal
Biografía
Maria Glória Franco
Portugal
Biografía
Vol. 3 Núm. 2 (2016), Artículos, Páginas 121-130
DOI: https://doi.org/10.17979/reipe.2016.3.2.1810
Recibido: sep 28, 2016 Aceptado: nov 25, 2016 Publicado: nov 25, 2016
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Resumen

O construto de inteligência emocional tem sido estudado em várias áreas do desenvolvimento humano, nomeadamente na área da saúde organizacional. No entanto, está ainda muito pouco estudada a sua relação com o engagement, e menos ainda com a saúde dos Professores. O engagement é considerado saudável para o desempenho dos professores e o seu bem-estar, beneficiando não somente o indivíduo, mas também, as organizações para onde trabalha. Este estudo teve precisamente como objetivo compreender a relação entre a inteligência emocional e o engagement. A amostra foi constituída por 250 professores do 2º ciclo (5.º e 6.º ano) (26.4%), 3º ciclo (7.º, 8.º e 9.º ano) (57.2%) e Secundário (10.º, 11.º e 12.º ano) (16.4 %), do género feminino (70.4%) e do masculino (29.6%), da Região Autónoma da Madeira (RAM), Portugal. Utilizámos como instrumentos, o Trait Meta-Mood Scale, o Questionário de Expressividade e o de Regulação Emocional de Berkeley e o Utrech Work Engagement Scale. Nos nossos resultados encontramos que quanto maior a atenção às emoções, clareza de sentimentos e reparação do estado emocional, maior é o vigor, dedicação e a absorção. A idade e o tempo de serviço não se mostraram relevantes para a explicação da relação entre os construtos. Concluiu-se que os professores que conseguem regular as suas emoções envolvem-se mais no trabalho e utilizam todas as suas capacidades físicas, cognitivas e emocionais, enquanto desempenham as suas funções, ultrapassando os obstáculos que se lhes interpõem.

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