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Cristiane Regina Xavier Fonseca-Janes
Grupo de Pesquisa Diferença, Desvio e Estigma Faculdade de Filosofia e Ciências/UNESP Instituto de Ensino Superior de Garça (IESG)
Brasil
Biografía
Sadao Omote
Brasil
Vol. Extr., núm. 11 (2015) - XIII CIG-PP, XIII Congreso Internacional G-P de Psicopedagogía. Área 11: NECESIDADES EDUCATIVAS ESPECIALES, páginas 054-059
DOI: https://doi.org/10.17979/reipe.2015.0.11.370
Enviado: may 1, 2015 Aceptado: ago 19, 2015 Publicado: dic 11, 2015
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Resumen

A Educação Especial brasileira, pensada na perspectiva da educação inclusiva, é uma área educacional que só tem a contribuir para a efetivação de uma sociedade inclusiva, uma vez que tem conhecimentos e estratégias de ensino acumulados por meio de pesquisas sobre o ensino de pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, que poderá beneficiar toda a comunidade. Estudos sobre a temática da inclusão do público alvo da Educação Especial apontam que uma das possibilidades para efetivação da educação inclusiva é por meio de atitudes sociais favoráveis à inclusão, uma vez que estas podem reorganizar crenças e cognições sobre as diferenças, direcionar a afetividade de modo a ser favorável com relação às diferenças e, principalmente, direcionar a ação para a aceitação das diferenças. Pesquisas apontam que os professores com atitudes positivas em relação à inclusão fornecem estratégias de ensino de maneira que os alunos obtenham mais sucesso. A partir dessa perspectiva, o presente estudo tem por objetivo comparar as atitudes sociais em relação à inclusão, mantidas por estudantes de três instituições de ensino superior brasileiro. Participaram desta pesquisa estudantes concluintes de quatro cursos de formação de professores especializadosem Educação Especialde três instituições de ensino superior público brasileiro, de ambos os gêneros, totalizando 74 participantes. Os dados foram coletados por meio da Escala Likert de Atitudes Sociais em relação à Inclusão, primeira versão. Os escores de atitudes sociais desses participantes foram comparados por meio da prova de Kruskal-Wallis e verificamos que existe diferença estatisticamente muito significante (p <0.0019) entre os participantes dos cursos. Esse resultado é um indicativo de que a formação nestes cursos possui suas particularidades, sejam elas regionais ou resultantes da estruturação curricular. O resultado desse trabalho é de extrema valia, uma vez que até o momento não existem pesquisas interinstitucionais sobre atitudes sociais em relação à inclusão.

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Referencias

FONSECA-JANES, C. R. X.. Modelo para mudanças de atitudes sociais em relação à inclusão. Revista Galego-Portuguesa de Psicoloxía e Educación, v. 20, p. 83-98, 2012.

FONSECA-JANES, C. R. X. A formação dos estudantes de pedagogia para a Educação Inclusiva: estudo das atitudes sociais e do currículo. 2010. 269 f. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista, Marília, 2010.

FONSECA-JANES, C. R. X.; OMOTE, S. Atitudes sociais em relação à inclusão: o curso de Pedagogia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP. Nuances: estudos sobre Educação, Presidente Prudente, SP, v. 24, n. 2, p. 158-173, maio/ago. 2013.